

Data do Artigo: 19/05/2023
O país, que possui uma relação tensa com o FMI, concordou com um programa de US$ 57 bilhões com o órgão em 2018, sob a liderança conservadora do ex-presidente Mauricio Macri, para evitar uma crise econômica. A iniciativa não obteve sucesso e foi substituída por um novo acordo de US$ 44 bilhões no ano passado.
“Mais do que uma dívida, é um crime”, escreveu o presidente Fernández em um tuíte, citando um novo relatório de auditoria do governo concluindo que o acordo original carecia de estudo de impacto e não havia passado pelos canais legislativos adequados.
O FMI preferiu não comentar as novas críticas ao acordo.
Nas ruas de Buenos Aires nesta quinta-feira, milhares de argentinos marcharam em protesto contra as duras condições econômicas e o FMI, que muitos culpam pelas medidas de austeridade que agravaram a pior crise econômica da Argentina em duas décadas.