Sua conta de luz veio muito alta? Valores poderão ser devolvidos

Enel-SP, concessionária de energia elétrica que abrange a capital e a Grande São Paulo, anunciou que retomou, durante o mês de junho, a leitura presencial dos medidores de energia dos clientes atendidos.De acordo com a companhia, o restabelecimento foi gradual e a expectativa é que, em julho, todos os equipamentos de medição voltem a ser lidos normalmente. A retomada dos profissionais leituristas nas ruas está em linha com as regras de flexibilização do isolamento social anunciado pelo governo do estado, diz a Enel.“Os leituristas seguirão trabalhando com todos os protocolos de cuidados com a higiene, como o uso de máscaras e álcool em gel e mantendo o distanciamento dos clientes, garantindo a segurança de todos”, afirma a empresa.Desde o início da pandemia, no final de março, muitos clientes da Enel-SP passaram a ter a conta de energia elétrica calculada pela média do consumo dos últimos 12 meses ou por meio da autoleitura.A medida foi autorizada pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) em função do avanço da Covid-19 e para contribuir com o isolamento social. O serviço permite que o próprio consumidor informe à distribuidora o consumo de energia exibido no seu medidor por meio de uma foto. Para aqueles que não aderirem, a cobrança é feita pela média.

Como consultar a cobrança

Para saber como foi faturado, o cliente pode checar a conta de energia, no campo “Dados de Medição”. Se na linha de “Leitura” aparecer a informação “Não executada”, o cliente foi faturado pela média naquele mês.A diferença (a maior ou a menor) entre o valor da conta faturada pela média e o real consumo de energia no período será compensada automaticamente quando a leitura voltar a ser efetuada pela distribuidora ou caso o cliente tenha realizado sua autoleitura, explica a Enel-SPO Procon-SP diz que o consumidor que discordar ou não reconhecer a cobrança, pode registrar reclamação no órgão, por meio do site www.procon.sp.gov.br ou aplicativo Procon-SP, disponível gratuitamente para Android e iOS.

Parcelamento da conta de luz

Os clientes da Enel-SP podem optar pelo parcelamento da conta de luz, sem cobranças de juros.A distribuidora está disponibilizando, no site, uma ferramenta que permite a simulação de diversas formas de negociação. O cliente pode, então, escolher a melhor forma de parcelar as faturas em atraso.O parcelamento pode ser feito em até oito vezes, com parcelas cobradas nas próprias faturas de energia, ou em até 12 vezes no cartão de crédito. Em ambos os casos, não serão cobrados juros, afirma a concessionária.Locais para negociação:• Portal de Negociação: https://portalnegociacao.eneldistribuicaosp.com.br/#/home• Aplicativo Enel São Paulo: https://www.eneldistribuicaosp.com.br/atendimento/aplicativo-enel

Shoppings populares no Centro de SP reabrem sem manter controle de fluxo e distanciamento entre clientes

No primeiro dia de funcionamento dos shoppings populares de São Paulo, as tradicionais ruas de comércio do Brás amanheceram lotadas em plena pandemia do coronavírus. Os shoppings abriram às 6h e podem funcionar até as 10h.

Com regras rígidas para funcionamento, os shoppings não conseguiram manter o controle de fluxo de clientes, cuja lotação máxima deve ser de 20%, e nem distanciamento entre as pessoas.

Na Rua Tiers, que reúne vários shoppings populares, era possível ver cartazes que indicavam o uso obrigatório de máscaras e de álcool em gel.

Faixas de isolamento fechavam as entradas dos shoppings que estavam com um único acesso liberado. Nas entradas, seguranças paravam todos os clientes para aferir a temperatura, conforme a determinação da Vigilância Sanitária.

No Shopping Canindé, apesar da entrada só ser liberada após a checagem da temperatura e com uso de máscaras, não havia nenhum controle de acesso de pessoas e os clientes se amontoavam nas poucas lojas que estavam abertas. “Por enquanto, não me passaram nada sobre o controle de acesso”, disse um segurança.

No Shopping Valtier, os boxes que ficam lado a lado estavam marcados com desenhos de bola e triângulo.

“Estamos alternando, cada dia vem um lojista para não ficarmos lado a lado”, contou um vendedor. Apesar do controle dos lojistas, havia grande aglomeração de pessoas que se espremiam nos corredores apertados do estabelecimento.

Já o Shopping Porto, na mesma rua, era o único que não foi visto um grande número de pessoas e o distanciamento de 1,5 metro era cumprido. Uma das razões possíveis para os corredores vazios era o grande número de lojas fechadas.

“Muita gente fechou as portas durante a pandemia e não vai mais abrir porque não teve como pagar as contas e o aluguel nos meses em que ficamos fechados”, disse um comerciante que preferiu não se identificar. Apesar disso, também não tinha controle do número de clientes que acessavam o estabelecimento.

A reportagem não conseguiu localizar fiscais da prefeitura fiscalizando os locais.

Lotação

Por volta das 5h30, as ruas do Brás, tradicional centro de comércio popular de São Paulo, já estavam lotadas.

Com grande quantidade de veículos, as ruas registravam trânsito e um trajeto de apenas 300 metros era feito em mais de dez minutos. Quem conseguia achar uma vaga para estacionar o carro tirava a sorte grande.

Em plena pandemia do coronavírus, em que a cidade de São Paulo registrou o maior número de mortos por dois dias seguidos, o clima mas ruas do Brás era de aparente normalidade com vias tomadas por ambulantes lado a lado. A única diferença era o uso de máscaras.

A revendedora Thais da Silva, de 25 anos, passou a manhã no Brás e disse não estar preocupada com o risco de contaminação pela Covid-19. “Não tenho medo de pegar”, disse ela.

A movimentação vista no fim da madrugada e início de manhã desta quinta podia ser comparada ao fim do ano. Era possível ver filas na entrada de muitos shoppings.

Protocolos

O shoppings da capital paulista foram liberados para reabrir a partir de quinta-feira (11) após mais de 80 dias fechados, entretanto, terão que cumprir novas regras de funcionamento devido a pandemia de coronavírus.

Com o objetivo de manter o distanciamento social, o protocolo que estabelece as regras do setor determina que os shoppings poderão atender apenas 20% de sua capacidade habitual e funcionarão 4 horas por dia, das 6h às 10h ou das 16h às 20h.

O documento também recomenda ainda que os shoppings orientem os clientes a fazerem suas compras sem acompanhantes para evitar aglomeração.

Ainda, de acordo com o protocolo, festas de reabertura não são permitidas.

Os cinemas, entretenimento, atividades para crianças, salões de beleza e academias permanecem fechados.

No caso dos restaurantes, a praça de alimentação não reabrirá, entretanto, os estabelecimentos poderão funcionar pelo sistema de delivery ou retirada.

Os shopping deverão orientar filas e demarcar o piso para que os clientes mantenham uma distância de 1,5 metro, além disso, nas passagens de grande fluxo recomenda-se que seja colocada uma sinalização para que os consumidores passem pelo local em um fluxo único. A quantidade de pessoas nos elevadores também será limitada.

Os shoppings também deverão controlar o fluxo de acesso aos sanitários para que não haja aglomeração em filas. Além disso, as áreas do estacionamento serão reduzidas e as entradas e saídas serão ajustadas para coordenar o fluxo. O serviço de valet se manterá suspenso.

Além de evitar a aglomeração de pessoas, o protocolo também estabelece outras medidas de combate ao coronavírus, como o uso obrigatório de máscaras por funcionários e clientes, a disponibilização de álcool em gel 70% em local visível e de fácil acesso e a aferição de temperatura. Sempre que possível, portas permanecerão abertas para evitar o manuseio de fechaduras e privilegiar a ventilação natural.

O documento ainda determina que alguns colaboradores estão impedidos de retornar as suas atividades, são eles: pertencentes ao grupo de risco; ou que tiveram contato com pacientes infectados ou com suspeita do Covid-19 nos últimos 7 dias; ou que tenham sintomas sugestivos de estarem contaminados pela doença.

Caso o empregado possua filhos incapazes e que, para cumprir o expediente, dependa do funcionamento de creches ou escolas que ainda não tenham retomado as atividades, o protocolo estabelece que o empregador deverá entrar em acordo com o funcionário para encontrar uma alternativa viável.

Comércio ambulante lota ruas do Brás, no Centro de SP, em 1° dia de autorização para reabertura das lojas na cidade

A região do Brás, no Centro de São Paulo, registrou filas e aglomerações na manhã desta quarta-feira (10), horas antes da reabertura das lojas. Comerciantes ambulantes vendiam roupas nas calçadas e no meio das vias.

Pela determinação da Prefeitura de São Paulo, os estabelecimentos podem voltar a funcionar entre 11h e 15h. A população circulava com sacolas e carrinhos pelas ruas.

Durante a quarentena, a região foi alvo de fiscalização da gestão municipal por conta do desrespeito às medidas de isolamento social determinadas no estado desde o final de março.

Nesta terça (9), a Prefeitura de São Paulo autorizou a reabertura das lojas de rua e das imobiliárias da capital paulista a partir desta quarta-feira (10), após assinatura do acordo com os setores de comércio e imobiliário.

Os estabelecimentos terão horário de funcionamento reduzido e terão que seguir regras de higiene (veja abaixo). A medida foi publicada no Diário Oficial nesta quarta (10).

Para dar conta da demanda de movimentação de passageiros na cidade neste primeiro dia de reabertura do comércio, a SPTrans prometeu colocar nas ruas 92% da frota de ônibus da cidade em operação, com 11.800 coletivos circulando pela capital

A capital paulista está na fase laranja do plano gradual de flexibilização da quarentena estipulado pelo governo de São Paulo. Nesta etapa, cinco setores são autorizados a reabrir com restrições. O município já havia liberado concessionárias de veículos e escritórios.

Resumo das novas liberações:

  • Comércio de rua e imobiliárias poderão abrir a partir desta quarta (10) pelo período de 4h e fora do horário de pico;
  • Shoppings poderão reabrir a partir de quinta (11) e terão que escolher entre duas opções de funcionamento 6h às 10h ou das 16h às 20h, com público limitado a 20%;
  • Todos os estabelecimentos deverão seguir regras de higiene e segurança.

Além de cuidados com saúde, como distanciamento social e uso de álcool gel, as lojas vão ter um limite de horário de funcionamento de quatro horas. O comerciante poderá escolher o horário de abertura, desde que seja fora do horário de pico.

Os shoppings vão reabrir a partir de quinta-feira (11) também com limite de funcionamento. Ou abrem de 6h às 10h ou das 16h às 20h. O horário da manhã é uma reivindicação dos shoppings populares. Os shoppings maiores devem funcionar no segundo horário.

Haverá limite também de pessoas. Nenhum deles poderá receber mais do que 20% da capacidade de público.

O protocolo assinado também determina que os estabelecimentos permitam que os funcionários com filhos pequenos sejam mantidos em trabalho remoto, ou que busquem formas alternativas de manter os empregos.

A Associação Brasileira de Shoppings não gostou do período restrito de funcionamento. “Nós entendemos que esse período de reabertura deve ser feito com cautela, com todos os cuidados, mas nosso entendimento é que talvez um período um pouco maior, fosse mais adequado para fazer com que o fluxo fosse mais adequado no shopping”, afirmou o presidente da entidade, Glauco Humai.

O governo de São Paulo considera que as restrições são necessárias para que os municípios não retrocedam de fase e tenha que fechar as atividades não essenciais outra vez.

“A fase laranja é uma fase de controle, a retomada prevê evitar consumo local, por isso que são setores que envolvem e permitem minimizar o contato. O isolamento social ainda é a principal recomendação para a população. Isso é fundamental para que essa retomada seja bem sucedida e em municípios que isso não acontecer, a gente vai eventualmente precisar retroceder nas fases e temos os mecanismos para que isso aconteça”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen.

Flexibilização da quarentena

Os setores fazem parte de uma lista de cinco que foram autorizados a funcionar, com restrições, na fase 2-Laranja da quarentena, que está em vigor em algumas regiões do estado, incluindo a capital, desde 1° de junho.

A Prefeitura de São Paulo optou por liberar o funcionamento dos setores contemplados apenas após análise de protocolos de saúde. Na semana passada, Covas autorizou o funcionamento de escritórios e concessionárias.

Nessas propostas, os setores informam como vão retomar o funcionamento garantindo a segurança de funcionários e clientes.

Pelo plano apresentado pelo governo de São Paulo, as regiões do estado são classificadas da seguinte forma:

  • Alerta máximo (vermelho)
  • Controle (laranja)
  • Flexibilização (amarelo)
  • Abertura parcial (verde)
  • Normal controlado (azul
 

De acordo com a fase cada região pode liberar a abertura de diferentes setores da economia fechados pela quarentena.

A classificação de cada região leva em consideração uma série de critérios, entre eles, taxa de ocupação de UTIs e total de leitos a cada 100 mil habitantes.

De acordo com o governo, uma região só pode passar a um maior relaxamento após 14 dias. A reavaliação só ocorrerá em período menor caso haja informações relevantes que exijam, excepcionalmente, uma revisão.

Guia de Retomada ao Trabalho

Nossas equipes de base estão fazendo um trabalho muito importante de fiscalização e conscientização sobre a necessidade de cuidados e uso de EPIs – Equipamento de Proteção Individual e também de álcool gel neste começo de retorno as atividades para algumas categorias. Estamos fiscalizando o fornecimento dos equipamentos e álcool gel por parte das empresas a todos os trabalhadores e também distribuindo cartilha com orientação de como proceder o retorno de forma saudável e segura para todos os agentes envolvidos, lembrando que esta cartilha poderá ser baixada em nosso portal www.cargasproprias.org gratuitamente e além disso estamos distribuindo brindes com kits de segurança com máscaras e álcool gel para alguns trabalhadores como forma de conscientiza-los sobre a necessidade de se proteger. Hoje visitamos a Real Hortifruti onde constatamos que a empresa esta fornecendo todos os EPIs necessários e orientados pelo Governo e que infelizmente mesmo sob forte argumentação ainda temos pessoas resistentes ao uso de tais equipamentos, mas seguimos fortes na orientação em conjunto com a empresa. No Grupo Pão de Açúcar após notificação do sindicato a empresa esta fornecendo os EPIs e todos os funcionários estão usando corretamente e só houve um afastamento de trabalhador de nossa categoria devido a idade e nenhum caso de covid-19 registrado ou notificado. Na zona norte estivemos no Deposito de Materiais de Construção Formigão que também esta fornecendo os EPIs e só houve um caso de afastamento também devido a idade e por fazer parte do grupo de risco e nenhum caso registrado de covid-19, nossos assessores também distribuíram nosso kit com máscaras e álcool gel. Trabalhador proteja-se e proteja quem você ama!!!  Faça o download do Guia Retomada do Trabalho 
  Faça o download do Guia Retomada do Trabalho

Proteja-se

TRABALHADOR: proteja sua vida, compartilhando conosco os problemas que está enfrentando no trabalho! Com o agravamento da crise sanitária causada pela pandemia do coronavírus e o relaxamento da quarentena, o Cargas Próprias tem fiscalizado de forma permanente e incansável, que as empresas cumpra com suas obrigações, garantindo aos trabalhadores o fornecimento de equipamentos de proteção individual em quantidade e qualidade necessárias para o bom desempenho de suas funções e assim evitar a disseminação do Covid-19 Para que possamos garantir esses direitos e lutarmos por condições de trabalho digna e para que os patrões valorizem seu maior patrimônio, seu FUNCIONÁRIO é de fundamental importância que você trabalhador esteja junto com seu sindicato nesta luta!!Por isso, o Cargas Próprias reforça a importância, por parte de cada trabalhador, fazer chegar as situações de violação de direitos a que estão sendo expostos.PRECISAMOS DE SUA AJUDA!Denuncie ao Sindicato para irmos até seu local de trabalho. Seja pela falta de equipamentos de proteção – EPIs, falta de álcool em gel e outros insumos, falta de estrutura para atendimento e assédio moral.Se preferir, envie para o Whatsapp Oficial Cargas Próprias: 11 98942-5100, fotos, vídeos e/ou relatos em áudio sobre as condições de seu local de trabalho. Garantimos total anonimato da denúncia.

Acidente Supermix Limão

Companheiros informamos que novamente aconteceu de trabalhador falecer após acidente na Supermix Limão, o acidente aconteceu no dia 23/05 e segundo informações Carlos Alberto de Andrade caiu ao descer do caminhão e bateu a cabeça mas alegou que não tinha sido nada grave. As primeiras informações que recebemos foi que o mesmo veio a falecer e estamos em contato com a empresa buscando mais esclarecimentos sobre o ocorrido.

Esclarecimentos sobre acidente Supermix Limão

Companheiros informamos referente noticia postada em 28 de maio sobre o acidente com trabalhador da Supermix ocorrido em 23 de maio, a Supermix entrou em contato com nosso Diretor Raimundo e enviou a seguinte nota de esclarecimento.

RESPOSTA AO SINDICAPRO

A Supermix lamenta profundamente o acidente fatal envolvendo o colaborador Carlos Alberto de Andrade, de 59 anos, motorista na filial Limão, em São Paulo. O acidente ocorreu na tarde do dia 23 de maio, quando o colaborador sofreu uma queda ao descer do caminhão betoneira. A empresa acionou imediatamente a equipe de emergência do Samu que prestou os primeiros socorros e o encaminhou para o conjunto Hospitalar do Mandaqui. Carlos Alberto passou por uma cirurgia, ficou internado por três dias, mas infelimente não resistiu e faleceu no ultimo dia 26 no hospital. Desde o ocorrido, a Supermix vem prestando apoio a família e tomando todas as providencias necessárias ao esclarecimento do ocorrido. A empresa reafirma o seu compromisso diário para garantir a segurança de todos, com acompanhamento próximo dos colaboradores e constantes orientações de segurança do trabalho

NOTA DE FALECIMENTO

Auxílio Emergencial: Caixa credita nesta sexta benefício a mais 7,9 milhões de trabalhadores

Caixa Econômica Federal (CEF) credita nesta sexta-feira (22) novos lotes do Auxílio Emergencial, tanto da primeira parcela, para novos aprovados, quanto da segunda, para quem recebeu a anterior até 30 de abril. Ao todo, o benefício será pago a 7,9 milhões de trabalhadores, segundo o banco.

Veja quem recebe nesta sexta:

  1. Segunda parcela: 5,3 milhões trabalhadores inscritos no Cadastro Único ou que se cadastraram através do aplicativo e do site, e que receberam a primeira parcela até 30 de abril, nascidos em maio e junho
  2. Segunda parcela: 1,9 milhão de trabalhadores beneficiários do Bolsa Família, cujo NIS termina em 5
  3. Primeira parcela: 0,7 milhão de trabalhadores do novo lote de aprovados do benefício, nascidos em abril

Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br.

Depósito em poupança digital e restrição para saque e transferências

Para os beneficiários que vão receber a segunda segunda parcela e não fazem parte do Bolsa Família, os pagamentos trazem mais restrições: todos vão receber por meio de conta poupança digital da Caixa – mesmo quem recebeu a primeira parcela em outra conta.

Além disso, a poupança digital não vai permitir transferências inicialmente – apenas pagamento de contas, de boletos e compras por meio do cartão de débito virtual. Transferências para outras contas e saques só serão liberados a partir de 30 de maio (veja o calendário ao final da reportagem).

Primeira parcela para novos aprovados

A primeira parcela para esse novo grupo será creditada na conta escolhida pelo beneficiário, da forma como receberam os primeiros beneficiários: nas contas da Caixa, na Poupança Social Digital ou em contas de outros bancos. Esses beneficiários também poderão fazer o saque em espécie do auxílio na data da liberação.

  • 19 de maio (terça): nascidos em janeiro
  • 20 de maio (quarta): nascidos em fevereiro
  • 21 de maio (quinta): nascidos em março
  • 22 de maio (sexta): nascidos em abril
  • 23 de maio (sábado): nascidos em maio, junho ou julho
  • 25 de maio (segunda): nascidos em agosto
  • 26 de maio (terça): nascidos em setembro
  • 27 de maio (quarta): nascidos em outubro
  • 28 de maio (quinta): nascidos em novembro
  • 29 de maio (sexta): nascidos em dezembro

Calendário da 2ª parcela

O calendário do pagamento da 2ª parcela do Auxílio Emergencial começou na segunda-feira (18) e seguirá até 13 de junho. O calendário da terceira parcela, que estava prevista para maio, continua sem definição.

O calendário da segunda parcela vale apenas para quem recebeu a primeira parcela até 30 de abril. O governo não informou quando vai pagar a segunda parcela para quem receber a primeira depois desta data.

São 3 calendários:

  1. um para recebimento em poupança social
  2. um para saque em espécie para beneficiários do Bolsa Família
  3. um para saque em espécie para poupança social e transferência de recursos

Balanço

Até quarta-feira, a Caixa Econômica Federal (CEF) já havia pagado R$ 44,3 bilhões em Auxílio Emergencial, para 51,6 milhões de beneficiários. Ao todo, foram 62,3 milhões de pagamentos, uma vez que muitos beneficiários já começaram a receber a segunda parcela de R$ 600.

Ainda segundo a Caixa, foram processados pela Dataprev até a última segunda-feira 101,2 milhões de cadastros, dos quais 59 milhões foram considerados elegíveis – destes, 19,2 milhões de beneficiários do Bolsa Família, 10,5 milhões do Cadastro Único e 29,3 milhões de trabalhadores que se inscreveram por meio do site e do aplicativo do programa.

Outros 4,5 milhões de cadastros feitos pelo app e site estão em reanálise, e 4,4 milhões ainda passam pela primeira análise.

MP 936/20 SINDICATO PROTOCOLOU 651 ACORDOS!

Companheiros foram protocolados no total 651 acordos junto a Secretaria Geral do Sindicato, foram 311 de suspensão de contrato de trabalho e 340 de redução de jornada de trabalho/redução de salários. O Sindicato esta acompanhando e atento para evitar fraudes e não permitir que as empresas prejudiquem os trabalhadores, pensando nisso foi criado o passo a passo de como funciona e quais as diferenças entre o BEM – Beneficio Emergencial de Preservação do Emprego e Renda e o AUXILIO EMERGENCIAL. BEM – Benefício emergencial O governo autorizou as empresas a negociar “acordo de redução temporária de jornada e de salário” e ate a suspensão do contrato de trabalho desde que a empresa informe o sindicato e enviando o referido acordo assinado pelo trabalhador. O governo se compromete a pagar ao empregado o BEM – Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda – o valor a que o trabalhador terá direito poderá chegar até R$1.713,03 por mês e é diferente do emergencial de R$600,00.Qual diferença entre o BEM e o auxilio emergencial? O BEM é uma compensação que o Governo Federal irá pagar para os trabalhadores que tem carteira assinada e teve o contrato de trabalho suspenso ou o salário reduzido em função da crise financeira da Covid-19. Já o auxílio emergencial é uma renda mínima para desempregados, trabalhadores informais, microempreendedores e autônomos no valor de R$600,00.Quem tem direito ao BEM?? Todos os trabalhadores com carteira assinada e que fizeram acordo para redução de jornada de trabalho ou salário e suspensão do contrato de trabalho e o empregado intermitente ( aquele que não tem jornada de trabalho fixa) e que teve sua carteira de trabalho assinada no dia 1º de abril de 2020.Qual valor do beneficio??? O valor é calculado usando como base o seguro-desemprego que o trabalhador teria direito caso fosse demitido e o valor mínimo é de R$261,25 podendo chegar ao máximo de R$1.813,03. O cálculo do BEM para empregados com salários reduzidos será de acordo com o tamanho do corte de jornada que vai de 25%, 50% a 70% do seguro desemprego e o valor para empregados intermitentes será de R$600,00.O trabalhador terá direito a receber quantas parcelas do BEM? Quando se tratar de acordo de redução de salário que poderá ser no máximo por 90 dias, o trabalhador receberá 03 parcelas e quando se tratar de suspensão de contrato de trabalho que poderá ser no máximo por 60 dias, o trabalhador terá direito a 02 parcelas e o trabalhador intermitente terá direito a receber 03 parcelas de R$600,00.Quando o trabalhador irá receber cada parcela do BEM? Após a empresa informar o Ministério da Economia sobre o acordo de redução de jornada, salario ou suspensão do contrato de trabalho a primeira parcela deverá ser depositada em até 30 dias e lembrando que é obrigação do Empregador comunicar o Governo no prazo de até 10 dias após a assinatura do acordo através do portal Empregador Web. Já para os empregados intermitentes com direito a receber o BEM o governo informou que seriam pagos parcelas em 04 de maio, 1º de junho e 29 de junho, fiquem atentos.Como o trabalhador faz para consultar o BEM? Toda consulta será realizada através do Portal de Serviços do governo federal e precisa de cadastro, caso o trabalhador não tenha terá que criar o cadastro informando cpf, nome da mãe, data e local de nascimento e uma senha de acesso. Companheiros caso tenham mais duvidas ou precisem de ajuda liguem 11-3334-3560 ramal 204 ou mandem email para juridico2@cargasproprias.org aos cuidados de Dra. Luciana.Portal de serviços do Governo36

Bruno Covas anuncia retomada do rodízio de carros tradicional a partir desta segunda-feira

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), anunciou na manhã deste domingo (17) a retomada do rodízio tradicional de carros na cidade. A medida entra em vigor a partir desta segunda-feira (18).

“Vamos publicar na edição extra do Diário Oficial deste domingo a retomada do rodízio tradicional a que estamos acostumados”, afirmou em coletiva de imprensa virtual.

Segundo o prefeito, o rodízio ampliado e mais restritivo, que entrou em vigor na segunda-feira (11), não surtiu efeito no índice de isolamento da cidade, que se manteve abaixo do esperado pela gestão municipal.

“Não tem sentido a gente exigir esse esforço sobrenatural das pessoas se, do ponto de vista prático, a única razão para qual o rodízio (ampliado) foi feito, que é aumentar o isolamento social, não foi cumprida. Continuamos abaixo dos 50%”, disse Covas.

Com o novo decreto, o rodízio volta a restringir a circulação de veículos de acordo com o número final da placa e o dia da semana, apenas no centro expandido e nos horários de pico, como era realizado anteriormente:

  • Segunda-feira: final de placa 1 e 2
  • Terça-feira: final de placa 3 e 4
  • Quarta-feira: final de placa 5 e 6
  • Quinta-feira: final de placa 7 e 8
  • Sexta-feira: final de placa 9 e 0

Na semana passada, na tentativa de desestimular a circulação de pessoas, a Prefeitura de São Paulo endureceu as regras de circulação de carros na cidade.

Pela determinação, veículos com placas de final par só poderiam rodar em dias da semana pares, e veículos com final ímpar, nos dias ímpares. A medida valia por toda a cidade, durante as 24 horas do dia, inclusive aos sábados e domingos.

Entretanto, os índices seguem semelhantes aos contabilizados anteriormente, quando o governo já se preocupava com o desrespeito da população à quarentena.

Na terça-feira, 6 de maio, a taxa registrada foi de 47%, assim como na terça, 12. Nesta sexta (14), na capital, o número sofreu queda em relação ao dia anterior e chegou a 48%.

“Houve apenas uma pequena melhora no único índice que temos. O único índice disponível para medir o isolamento, baseado em localização de celulares em relação à antenas de sinal. Comparando a sexta-feira dia 8, com a sexta-feira dia 15, subimos apenas dois pontos percentuais, passando de 46% para 48% de isolamento, mantendo-se abaixo de 50%”, afirmou o prefeito neste domingo.

O rodízio foi a segunda estratégia da prefeitura para tentar ampliar a taxa de isolamento social. Dias antes, a gestão municipal chegou a fazer bloqueios em grandes vias da cidade. A medida foi bastante criticada, pois afetou profissionais de serviços essenciais, principalmente da área da saúde.

Multas

Ainda de acordo com Covas, as multas aplicadas durante os sete dias em que o rodízio restritivo permaneceu em vigor serão mantidas. “Quem foi multado, foi multado”, garantiu.

Covas disse, porém, que os recursos solicitados para liberação durante tal período serão avaliados e os prazos só começarão a contar após o término da pandemia.

Lockdown

Durante a coletiva, Covas defendeu a necessidade de paralisação para conter o avanço da doença. O prefeito disse que a gestão municipal, após duas tentativas de controle de fluxo, se vê com poucos recursos para alterar o índice.

“Precisamos ampliar o isolamento. Precisamos rápido e estamos ficando sem alternativas.”

E destacou que a gestão municipal não tem estrutura para fechar a cidade isoladamente.

“Antes de pensarmos em abrir, precisamos parar. Mas é preciso dizer que a prefeitura, sozinha, não tem todos os principais instrumentos para fechar totalmente a cidade. Nossa competência constitucional em segurança é muito limitada. Não há no mundo caso de autoridade pública sem poder de polícia, sem segurança pública, que consiga implantar um lockdown. Além disso, a capital não é uma ilha como a Nova Zelândia. Não somos isolados do mundo.”

Antecipação de feriados

O prefeito disse que enviou, neste domingo (17), à Câmara Municipal, um projeto em regime de urgência propondo a antecipação de feriados municipais como estratégia para alterar a taxa de isolamento social, enquanto um possível fechamento da cidade é elaborado pelo governo.

“A cidade de São Paulo é sócia-minoritária, mas não controla o Metrô nem os trens. São Paulo precisa desacelerar ainda mais por um dias para diminuir novamente o ritmo de contágio e salvar vidas. Enquanto devemos nos preparar para essa tarefa gigantesca e inédita, precisamos ser criativos e usar todos os instrumentos que estão ao nosso alcance.”

A ideia, de acordo com Covas, é fazer uma “pausa forçada” na cidade. “Me resta na manga o uso de feriados municipais. Estou enviando para a Câmara o projeto de lei para antecipar os dois últimos feriados municipais de Corpus Christi e Consciência Negra. [Eles] seriam neste ano como pontos facultativos. Vamos manter as datas, mas sem o feriado obrigatório”, afirmou.

O prefeito afirmou que vai sugerir ao governador João Doria (PSDB) que faça o mesmo no feriado de 9 de Julho, data do aniversário da Revolução Constitucionalista de 1932.

O presidente da Câmara, o vereador Eduardo Tuma (PSDB), também presente na coletiva, disse que o projeto entra em pauta no legislativo municipal já nesta segunda-feira (18). A expectativa do governo é a de conseguir aprovação até terça (19).

Risco de colapso

O secretário municipal de Saúde, Edson Aparecido, disse neste domingo (17) que as mortes por coronavírus subiram 432% em menos de um mês na cidade de São Paulo.

Segundo o secretário, há muito mais casos suspeitos da doença do que confirmados até então.

Cidade de São Paulo (casos de Covid-19):

  • 135.348 pessoas suspeitas da doença
  • 38.479 casos confirmados
  • 2.766 óbitos confirmados
  • 3.143 óbitos suspeitos

“De 9 de abril a 15 de maio, houve aumento de 432% no número de mortos na nossa cidade. Como disse o prefeito, dos 840 leitos, 89% deles estavam ocupados. Sendo que, em 6 hospitais, chegamos à capacidade de leitos operacionais de 100% da ocupação”, disse Aparecido.

“Até 23 de abril, tínhamos a média de 812 casos de notificação por dia. Chegamos na noite de ontem à notificação de 3.867 casos por dia”, salientou o secretário.

“Em 15 dias, o sistema de saúde de São Paulo estará profundamente comprometido, mesmo com todo o esforço feito até agora na ampliação de leitos. Isso tudo será insuficiente para o grau de evolução que nós temos neste momento da doença”, acrescentou Aparecido.

DELIBERAÇÃO Nº 185, DE 19 DE MARÇO DE 2020

Atenção companheiros, publicado no Diário Oficial da União a deliberação 185/20 que fala sobre prazos para transferência de veículos, indicação de condutores em casos de multas e o principal o prazo para renovação da carteira de motorista. Acompanhem tudo decreto anexo e em breve nossa advogada Dra. Luciana fará uma LIVE para deste e outros temas, fiquem ligados!!! As dúvidas poderão ser esclarecidas através do telefone 11-3334-3560 ramal 204 com Dra. Luciana.BAIXE AQUI O DOCUMENTO

REGIME EMERGENCIAL DE RESTRIÇÃO DE CIRCULAÇÃO DE VEÍCULOS NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO POR CONTA DA EPIDEMIA DE CORONAVIRUS.

O Prefeito Bruno Covas publicou o Decreto nº 59.403 de 07 de maio de 2020 que institui o REGIME EMERGENCIAL DE RESTRIÇÃO DE CIRCULAÇÃO DE VEÍCULOS NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO POR CONTA DA EPIDEMIA DE CORONAVÍRUS. BRUNO COVAS, Prefeito do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei, CONSIDERANDO a situação de emergência e o estado de calamidade pública no Município de São Paulo reconhecidos pelos Decretos nº 59.283, de 16 de março de 2020, e nº 59.291, de 20 de março de 2020, bem como a necessidade de medidas de vigilância epidemiológica com fundamento na Lei Federal nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, D E C R E T A: Art. 1º Este decreto institui regime emergencial de restrição de circulação de veículos no Município de São Paulo por conta da pandemia decorrente do coronavírus. Art. 2º O regime de restrição de circulação de veículos automotores nas vias públicas do Município de São Paulo, independentemente de sua localidade de licenciamento, será realizado na seguinte conformidade: I – dias ímpares somente poderão circular veículos com dígitos finais da placa ímpares; II – dias pares somente poderão circular veículos com dígitos finais da placa pares. Parágrafo único. A restrição de que trata o “caput” deste artigo ocorrerá todos os dias, incluindo sábados, domingos e feriados, da 0h00 (zero hora) às 23h59 (vinte e três horas e cinquenta e nove minutos), com exceção do dia 31 de maio deste ano, quando todos os veículos poderão circular. Art. 3º A restrição prevista no artigo 2º deste decreto abrange todas as vias urbanas que estão situadas no território do Município de São Paulo. Art. 4º Ficam excluídos da restrição de circulação os seguintes casos: l) de transporte de produtos alimentares perecíveis, ou seja, todo alimento alterável ou instável à temperatura ambiente, processado ou não, congelado ou supergelado, ou que necessite estar obrigatoriamente em temperaturas estabelecidas por legislação específica; m) Veículo Urbano de Carga (VUC), furgão, caminhão de pequeno porte, com dimensões e características que sejam adequadas à distribuição de mercadorias e abastecimento no meio urbano, definidas em ato da Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes; n) unidades móveis especialmente adaptadas para prestação de serviços médicos; IX – aqueles, próprios ou contratados, empregados em obras e serviços essenciais, assimdefinidos para os fins deste decreto, os de abastecimento de farmácias, hipermercados, supermercados, mercados, feiras livres, açougues, peixarias, hortifrutigranjeiros, quitandas, centros de abastecimento de alimentos, lojas de conveniência, lojas de venda de água mineral, padarias e lojas especializadas na venda de artigos médicos, odontológicos, ortopédicos e hospitalares; Muita atenção companheiros nos veículos de nossa categoria que estão liberados deste rodizio e vamos respeitar os limites de velocidade e as leis de transito, pois informaram que irão multar mas não falaram a gravidade da multa nem o valor conforme podem ver abaixo. Art. 7º Caberá ao Departamento de Operação do Sistema Viário – DSV, da Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes, por meio dos agentes da autoridade de trânsito, a fiscalização do cumprimento das restrições regulamentadas por este decreto e a aplicação da penalidade correspondente, conforme previsto na Lei Federal nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro. Parágrafo único. Será lavrada uma autuação por dia para o mesmo veículo por desobediência à restrição de que trata este decreto. Art. 8º A restrição prevista neste decreto não se aplica aos caminhões, que permanecem regulados pelas normas específicas. Lembramos a todos associados, empresas e contabilidades que o Cargas Próprias está com atendimento normal através de seus canais digitais: www.cargasproprias.org . whatsapp 11-9-8942-5100

Covas anuncia rodízio de carros ampliado e mais restritivo em toda a cidade de SP para ‘evitar ter que decretar lockdown’

A prefeitura de São Paulo vai limitar a circulação de carros na cidade por meio de um esquema de um rodízio ampliado e mais restritivo. A medida foi anunciada na manhã desta quinta-feira (7) pelo prefeito Bruno Covas (PSDB). “Momentos extremos exigem medidas extremas”, afirmou Covas.

A partir de segunda-feira (11), carros com placas de final par só poderão rodar em dias da semana pares e veículos com final ímpar, nos dias ímpares. A medida vale para toda a cidade, não apenas o centro expandido, durante as 24 horas do dia, inclusive aos sábados e domingos.

Ou seja, no dia 11, quando a restrição entra em vigor, apenas carros com final ímpar poderão circular.

“Essa é uma medida necessária para que a gente evite ter que decretar o lockdown na cidade de São Paulo”, defendeu o prefeito durante coletiva de imprensa virtual.

Resumo da medida:

  • rodízio de carros passa a valer a partir desta segunda (11) para toda a cidade e não apenas no centro expandido
  • carros com placa final par (0, 2, 4, 6 e 8) só poderão circular nos dias da semana pares
  • carros com placa final ímpar (1, 3, 5, 7 e 9) só poderão circular nos dias da semana ímpares
  • medida vale durante as 24h do dia e inclui sábados e domingos
  • táxis são isentos
  • motoristas de aplicativos terão de rodar nos seus dias de placas, ou seja, par ou ímpar. O mesmo vale para funcionários de padarias, supermercados, pet shops, lotéricas, farmácias e demais funcionários de serviços comerciais
  • a exceção será concedida apenas aos profissionais de saúde (médicos, técnicos, enfermeiros, funcionários que trabalham em hospitais) e ao setor de abastecimento (energia, gás, água)
  • veículos de imprensa são isentos desde que sejam cadastrados
  • circulação de motos está liberada

O número de mortes pelo coronavírus continua aumentando e chegou a 1.910 na capital, com 23.187 casos. A taxa de isolamento social na cidade, única forma de prevenção contra a doença, por outro lado, continua em queda, com 47% de adesão, segundo último índice divulgado.

O número é considera abaixo da média mínima desejada para conter o avanço da pandemia e possibilitar medidas futuras de relaxamento da quarentena.

“Todas as ações que nós tomamos na cidade, desde fevereiro, fizeram com que a gente evitasse 30 mil mortes. É preciso lembrar que as ações fizeram com que a gente salvasse 30 mil vidas. Aa preservação da vida é o bem maior a ser tutelado pela prefeitura, e a razão pela qual a gente agora anuncia esse rodizio”, afirmou Bruno Covas.

Frota de ônibus

Por conta da ampliação do rodízio, a prefeitura afirmou que irá ampliar a frota de ônibus na cidade.

“A partir de segunda-feira (11), teremos mil ônibus acrescentados na rede municipal de transporte e mais 600 que ficarão nos bolsões, para caso a SPTrans observe a necessidade, eles sejam incrementados”, disse Covas.

Profissionais da saúde

Segundo a prefeitura, a liberação da medida será concedida apenas a funcionários da área da saúde. Os demais trabalhadores de serviços essenciais deverão seguir as regras do novo rodízio.

Os profissionais de saúde terão até dez dias para acionar a prefeitura para que sejam cadastrados e liberados de multas. Quem já tinha a isenção anteriormente, como é o caso dos médicos, segue autorizado.

“Após esse prazo de dez dias, caso não aconteça o cadastro, aí sim, recebendo a notificação, criamos juntas específicas para analisar a questão. Havendo a comprovação, a multa será cancelada”, afirmou o secretário municipal de Transportes, Edson Caram.

Profissionais de saúde devem enviar a solicitação para: isencao.covid19@prefeitura.sp.gov.br. “Vamos tornar um canal aberto com todo esse pessoal da área médica para criar esse cadastro o mais rápido possível”, afirmou o secretário.

Ações educativas

Na noite de terça (5), o prefeito Bruno Covas suspendeu as interdições no trânsito. A medida foi usada por dois dias como uma tentativa de elevar o índice de isolamento social na capital paulista.

“O bloqueio de avenidas não surtiu o efeito desejado, não adiantou para conter as pessoas dentro de casa. Razão pela qual a gente anuncia o retorno do rodizio na cidade. (…) Essa medida é necessária para que a gente possa continuar a restringir”, defendeu Covas durante a coletiva.

Após reclamações de profissionais dos serviços essenciais e complicações no trânsito, a gestão municipal decidiu manter apenas as intervenções pedagógicas com enfoque na prevenção da Covid-19.

Segundo CET, nesta quinta-feira (7), as ações ocorreram nas Avenidas Vital Brasil com Avenida Corifeu de Azevedo Marques; na Zona Oeste, e nas Avenidas Edgar Facó, esquina com Avenida Paula Ferreira, na Zona Norte.

Os bloqueios parciais começam a partir das 7h e ocorrem até as 9h. Nesses pontos, agentes de saúde fazem exibições de mensagens aos motoristas, lembrando sobre as medidas essenciais para prevenir a disseminação da doença.

Ministério Público

A suspensão das interdições aconteceu após muita reclamação de funcionários da saúde, que foram barrados nesses bloqueios criados pela administração municipal.

O episódio gerou a abertura de um inquérito civil público por parte do Ministério Público do estado de São Paulo para apurar a medida aditada pela gestão municipal.

Uso obrigatório de máscara começa a valer em SP nesta quinta

O decreto publicado pelo governo de São Paulo que torna obrigatório o uso geral e obrigatório de máscaras passa a valer a partir desta quinta-feira (7). A regra vale para espaços públicos, inclusive transporte por aplicativo, nas 645 cidades paulistas por tempo indeterminado para o combate à pandemia do coronavírus.

A decisão foi oficializada nesta terça-feira (5), dia em que a Secretaria Estadual da Saúde divulgou que, apesar da região metropolitana de São Paulo concentrar o maior número de casos no estado, o contágio da doença cresce a um ritmo quatro vezes maior no litoral e no interior.

A recomendação é pelo uso de máscaras caseiras e o governador João Doria (PSDB) definiu as orientações básicas, pois os prefeitos é que deverão regulamentar o decreto, além de fiscalizar o cumprimento dele pela população.

A medida vale para:

  • Espaços públicos;
  • Estabelecimentos que executem atividades essenciais;
  • Repartições públicas estaduais;
  • Transporte por aplicativo.

*O decreto não se aplica a ocupantes de carros particulares.

A máscara deve ser usado por:

  • Consumidores;
  • Fornecedores;
  • Clientes;
  • Empregados;
  • Colaboradores;
  • Agentes públicos;
  • Prestadores de serviço.

Quem descumprir o decreto estará cometendo infração de medida sanitária e crime de desobediência, que podem acarretar multa de R$ 276 a R$ 276 mil, ou mesmo levar o infrator a pena de um a quatro anos de detenção.

Na capital, o uso de máscaras se tornou obrigatório no transporte público na segunda-feira (4) e o prefeito Bruno Covas (PSDB) disse que anteciparia a regra para todos os espaços públicos.

“A gente vai definir na cidade de São Paulo se essa fiscalização será feita pela GCM ou pelos fiscais das subprefeituras, se a multa vai ser aplicada sobre as pessoas ou sobre os estabelecimentos que permitem a entrada de pessoas sem as máscaras”, disse Covas.

Máscaras para sem-teto

G1 questionou como se a prefeitura da cidade de São Paulo tem um plano para distribuir máscaras aos sem-teto. Em nota, a gestão respondeu que “estuda a possibilidade de melhor atender os assistidos”.

O Padre Júlio Lancelotti, coordenador da Pastoral do Povo de Rua da Arquidiocese de São Paulo e defensor dos direitos humanos, lamentou a falta de projeto para os sem-teto e afirmou que além de máscaras, eles precisam de produtos de limpeza e higiene pessoal.

“Deveria ter em algumas áreas da cidade, postos distribuidores de máscara para a população de rua. Com o objetivo de relacionar, estabelecer vínculo, assistir a população. Dar a máscara é externar o cuidado, mas fica um mês só para discutir a burocracia. Deveriam ser postos receptores e doadores: para quem for doar e para quem for receber a doação. Uma espécie de “receba e distribua”. Vaporiza o gel na pessoa, orienta, dá a máscara. Poderiam usar a estrutura que já existe, cabines da PM, por exemplo.”

“Nós já distribuímos 18 mil mascaras, não só pelos nossos grupos de consultórios de rua, mas também pelos equipamentos de isolamento domiciliar que são feitos junto com a SMADs (Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social)”, disse o secretário municipal de Saúde, Edson Aparecido.

CAMPANHA FOME NÃO – CARTÃO CESTA BÁSICA

A pandemia do COVID-19 está rapidamente expondo a desigualdade já galopante no Brasil. Mas vamos falar de outra “pandemia” que é o custo econômico que já vitimou centenas de milhares de trabalhadores formais com a perda do emprego e milhões de informais que estão sem renda e sem condições de ter o mínimo para alimentação, higiene e sobrevivência. O Cargas Próprias é o sindicato que sempre esteve e estará ao lado de nossos companheiros trabalhadores e neste momento onde o mundo está passando por este sofrimento e com certeza necessita de muita reflexão e transformação e não apenas no discurso mas na pratica para juntos erguermos um mundo melhor, solidário, participativo e acima de tudo de respeito. Para que possamos contribuir para a construção do mundo que idealizamos foi desenvolvida esta campanha para distribuição de cestas básicas digitais, uma forma de ajudar os companheiros que perderam seus empregos ou tiveram sua carga horária reduzida a passar por este momento tão difícil. A Campanha “FOME NÃO, SEU “SIM” FAZ TODA A DIFERENÇA!! Pedimos a todos que possam contribuir, trabalhadores, amigos, empresários e sociedade de forma geral para que possamos arrecadar o suficiente para distribuir 20.000 cestas básicas de R$100,00 – isso mesmo 20.000 a meta é audaciosa mas o momento exige coragem e determinação pois são muitos companheiros necessitando. Venha conosco e faça sua “ DOAÇÃO”, mas se não puder doar sozinho fale com um amigo de trabalho, juntem-se e ajudem quem esta realmente necessitando e passando por privações. Para doar é simples, acesse www.cargasproprias.org/doacoes

Doria prorroga quarentena no estado de SP até 10 de maio devido a pandemia de coronavírus

O governador João Doria (PSDB) anunciou a prorrogação da quarentena no estado de São Paulo por causa da pandemia de coronavírus até o dia 10 de maio. Essa já é a segunda prorrogação da quarentena que teve início no dia 24 de março nos 645 municípios do estado. O estado registra 853 mortes provocadas pela Covid-19 e 11.568 casos confirmados de contaminação.

“Até o dia 10 de maio, domingo, está prorrogada a decisão no estado de São Paulo, valendo a prorrogação para os 645 municípios do estado de São Paulo. A prorrogação foi amparada pelo Grupo de Contingência da Covid-19, um comitê médico composto por 15 membros, são especialistas, eles que orientam todas as decisões tomadas pelo governo do estado de São Paulo e também da Prefeitura de São Paulo”, afirmou Doria.

O governador ressaltou que segue a ciência e que alguns hospitais públicos já estão perto do limite. “Há um mês, aqui em São Paulo, tínhamos a primeira morte. Hoje já são 853 mortes. Infelizmente, os casos estão em expansão”, declarou.

“São Paulo acredita na ciência e quero voltar a reafirmar que São Paulo confia nos médicos que salvam vidas. Pelo amor à vida, às pessoas e por repeito à medicina, nós prorrogamos essa quarentena”, disse Doria.

“Para reabrir o comércio e os serviços precisamos ter o sistema de saúde também em condições de atendimento para salvar vidas. Aqui não tomamos medidas irresponsáveis, precipitadas ou baseadas no achismo ou ideologia”, afirmou o governador.

O infectologista David uip, coordenador do Centro de Contingência do Coronavírus, ressaltou a importância de observar a evolução do vírus em outros países. “Nós estudamos todos os cenários todos os dias desde o primeiro dia. O vírus é invisível. As pessoas tem a falsa impressão que ele não acontece na sua cidade. E não é assim que funciona. Nós não estamos inventando nada nos estamos tendo a oportunidade de aprender com quem nos antecedeu na pandemia. Eu fico surpreso que as pessoas não consigam entender o que já aconteceu. Olha o que aconteceu na Itália. Nós estamos tendo a oportunidade em nos antecipar. Não tem novidade, está acontecendo uma curva de ascensão menor e isso é graças as medidas que foram tomadas precocemente.”

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), fez um apelo para a população ficar em casa durante o feriado prolongado do dia 21 de abril, Dia de Tiradentes. “Por enquanto, o isolamento social é o melhor remédio que temos contra o coronavírus”, disse.

Covas ressaltou a lotação dos hospitais na capital paulista. “O vírus está se espalhando, já temos vítimas em todos os bairros e regiões da capital. Estamos abrindo novos leitos quase todos os dias. Ontem, 561 leitos foram entregues no Hospital de Campanha do Anhembi, mesmo assim hospitais estão ficando lotados apesar de todo esforço que a prefeitura está fazendo pra criação de novas vagas. Não vai adiantar se a população não seguir o que for recomendado”, disse.

O término da quarentena estava previsto para o dia 22 de abril. Apesar da taxa de isolamento estar abaixo do índice desejado, Doria disse que vai confiar na população e não anunciou nenhuma medida de endurecimento das regras da quarentena. “Fechar estradas e rodovias não há nenhuma decisão nesse sentido. Nós respeitamos apenas as decisões locais de prefeituras de cidades turísticas em relação de limitar acesso durante os feriados prolongados e finais de semana apenas aos residentes e proprietários de casas.”

A medida obriga o fechamento do comércio e mantém apenas os serviços essenciais, como nas áreas de Saúde e Segurança.

A prorrogação da quarentena ocorreu devido ao número crescente de casos de contaminação e de mortes registradas, além do baixo índice do isolamento social da população. Nesta quinta (16), o índice de isolamento foi de 49%, de acordo com o sistema de monitoramento que utiliza sinais de celulares para saber se as pessoas estão em casa e localizar aglomerações. O governo diz que a taxa ideal para tentar impedir o avanço da doença é de 70%.

Poderão continuar funcionando na quarentena:

  • Hospitais, clínicas, farmácias e clínicas odontológicas;
  • Transporte público, táxis e aplicativos de transporte;
  • Transportadoras e armazéns;
  • Empresas de telemarketing;
  • Petshops;
  • Deliverys;
  • Supermercados, mercados, açougues e padarias*;
  • Limpeza pública;
  • Bancas de jornais;
  • Bancos, lotéricas e correspondentes bancários;
  • Postos de combustível;
  • Fábricas.

*padarias não poderão permitir o consumo no estabelecimento.

Portas fechadas:

  • Comércio;
  • Bares;
  • Restaurantes;
  • Cafés;
  • Casas noturnas;
  • Shopping centers e galerias;
  • Academias e centros de ginástica;
  • Espaços para festas, casamentos, shows e eventos;
  • Escolas públicas ou privadas.

*Bares, cafés e restaurantes podem manter o funcionamento em sistema de delivery e/ou drive thru.

O infectologista David Uip, coordenador do Centro de Contingência contra o Coronavírus no estado de São Paulo, disse nesta manhã que o planejamento contra a doença começou em fevereiro e que o pico deve ser em maio. “As curvas de ascensão estão dentro do esperado e até de uma forma melhor do que nós imaginávamos porque nós entendemos que com esse distanciamento social foi possível achatar, em um primeiro momento, a curva de ascensão e diminuir o número de infectados. Nós estamos esperando que esse pico aconteça e o desafio é que não seja um pico Monte do Everest e sim de um montanha”, afirmou. “Nós estamos na ascensão da curva, mas que semana de maio vai se dar o pico, nós ainda estamos trabalhando os dados.”

De acordo com ele, o vírus está concentrado na região metropolitana de São Paulo. Uip reforçou a necessidade do isolamento social para diminuir os impactos nas unidades de saúde, especialmente da rede pública. “A população precisa estar convencida que o distanciamento é absolutamente fundamental. Primeiro, porque você melhora diminuindo o índice de transmissibilidade, depois você diminui o índice de doença, mas fundamentalmente você consegue impactar menos daqueles 20% de pacientes que precisarão ser internados e dos 5% que vão para as UTIs.”

O estimativa é que 1% da população do estado de São Paulo seja contaminada, o que corresponde a 450 mil pessoas. “450 mil infectados você trabalha com percentuais de indivíduos assintomáticos, a grande maioria, acima de 50% serão assintomáticos e nem procurarão o sistema de saúde. 20% terão doença e vão precisar ser atendidos em hospitais e desses, 5% necessitarão de UTI. Então, com esses números nós planejamos a necessidade de leitos”, afirmou Uip.

O infectologista voltou a dizer que a demora para obtenção dos resultados dos testes foi a falta de insumos. Do total de pacientes internados com sintomas de coronavírus em São Paulo, 61% não possuem exame confirmado de Covid-19. São 6.193 internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e enfermarias do estado. Desse total, 2.379 pacientes tiveram exame positivo para a doença, enquanto outros 3.814 ainda são considerados suspeitos.

O secretário da Saúde, José Henrique Germann, afirmou que a fila ainda é de aproximadamente 13 mil nesta quinta. “A respeito do número de teste, na data de hoje foram recebidas 1.741 novas amostras. E foram processadas 1.589. Estão em análise 12.958”, disse Germann.

Mortes

O número de mortes por coronavírus no estado de São Paulo subiu para 853 nesta quinta-feira (16), segundo a Secretaria Estadual de Saúde. Já são 11.568 casos confirmados da doença no estado. Em 24 horas, foram 75 novas mortes e 525 novos casos confirmados da infecção.

As mortes por coronavírus atingiram 83 municípios do estado, segundo a secretaria. A capital paulista registra o maior número de óbitos confirmados, chegando a 603, segundo os números estaduais.

“Apenas 26% das pessoas que morreram até agora em São Paulo têm menos de 60 anos e, neste grupo mais jovem, a maioria das mortes está associada a comorbidades”, disse o diretor do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, Luiz Carlos Pereira Junior.

Entre as vítimas fatais, 507 são homens e 346 mulheres. Os óbitos continuam concentrados em pacientes com 60 anos ou mais, totalizando 79,3% das mortes.

De acordo com a secretaria, os casos confirmados de pacientes internados em UTIs de São Paulo chegaram a 1.115 nesta quinta-feira. Nas enfermarias são 1.264 pacientes.

O boletim diário da pasta afirma que o estado tem registrado a média de ao menos 100 novas internações diárias.

Entre os casos ainda suspeitos, 2.393 pacientes estão em observação em enfermarias de hospitais no estado, enquanto outros 1.421 estão em UTIs.

Sistema sobrecarregado

A taxa de ocupação das UTIs dos hospitais mais procurados na capital varia de 80%, percentual registrado no Hospital Geral da Carapicuíba, a 93%, valor verificado na UTI do Hospital Emílio Ribas, segundo a Secretaria Estadual da Saúde.

Também foram divulgadas as taxas de outros hospitais da capital com grande ocupação de leitos em UTI e enfermaria.

Maiores taxas de ocupação de UTI:

  • Hospital Emílio Ribas: 93%
  • Hospital Geral de Pedreira: 93%
  • Hospital Geral Vila Nova Cachoeirinha: 86%
  • Hospital das Cínicas: 83%
  • Hospital Geral de Carapicuíba: 80%
  • Hospital Geral Santa Marcelina do Itaim Paulista: 80%

“A taxa de ocupação de leitos tem oscilado diariamente, e também durante o dia. [ No Emílio Ribas] tivemos ontem um óbito e duas altas. Essa taxa de ocupação então oscilou de 100% para 93% hoje. Quando os leitos vagam, eles são disponibilizados para a Central de Regulação dos Serviços de Saúde, que vai direcionar novos casos para ocupar esses três leitos. Eventualmente esse movimento demora até 12 horas”, afirma o diretor do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, Luiz Carlos Pereira Junior.

Atenção Motorista hora de se vacinar

O Governo Federal liberou vacinas de gripe para os companheiros de transportes, fiquem atentos e procurem os postos de saúde para se vacinar. Neste momento de duvidas e incertezas, se cuide e assim estará cuidando de quem você ama!! De 16 e abril a 09 de maio teremos prioridade na vacinação, só comparecer ao posto de saúde e se identificar como sendo do setor de transporte de cargas, serve inclusive a carteira profissional.

STF DETERMINA QUE REDUÇÕES DE SALÁRIOS E SUSPENSÃO DE CONTRATOS DEVEM SER COMUNICADOS AO SINDICATO

DECISÃO DO STF DETERMINA QUE REDUÇÕES DE SALÁRIOS E SUSPENSÃO DE CONTRATOS DEVEM SER COMUNICADOS AO SINDICATO Leia o Arquivo

AVISO CARGAS PROPRIAS – MP 936

O SINDICATO DE CARGAS PROPRIAS, informa que as empresas deverão assinar o acordo coletivo, ou individual, juntamente com a entidade, pois assim, evitará demandas jurídicas futuras e nulidade de acordos, pois a MP 936/2020, afronta da mesma forma os direitos dos trabalhadores, conforme Constituição Federal.O Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda e dispõe sobre medidas trabalhistas complementares para enfrentamento do estado de calamidade pública reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 20 de março de 2020, e da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus (covid-19), de que trata a Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020.Para evitar demissões em massa, diante da decretação pelo Governo Federal do “estado de Calamidade”, as empresas poderão aplicar a MP 936/2020 respeitando as regras da medida, mas assinando juntamente com a entidade sindical.O empregador deverá conversar com cada empregado individualmente, informando qual a melhor forma para manter o contrato de trabalho, e o empregado concordando as partes poderão assinar o acordo, mas respeitando a vontade do trabalhador, o artigo 11. § 4º da Medida Provisória, as empresas deverão comunicar a entidade sindical laboral sobre a celebração do acordo.Art. 11. As medidas de redução de jornada de trabalho e de salário ou de suspensão temporária de contrato de trabalho de que trata esta Medida Provisória poderão ser celebradas por meio de negociação coletiva, observado o disposto no art. 7º, no art. 8º e no § 1º deste artigo.
  • 4º Os acordos individuais de redução de jornada de trabalho e de salário ou de suspensão temporária do contrato de trabalho, pactuados nos termos desta Medida Provisória, deverão ser comunicados pelos empregadores ao respectivo sindicato laboral, no prazo de até dez dias corridos, contado da data de sua celebração.
O Ministério da Economia que é responsável para coordenar, executar, monitorar e avaliar o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda e editar normas complementares necessárias à sua execução. Neste caso temos que aguardar as regras que serão encontradas no site do Ministério da Economia.O Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda serão pagosao empregados independentemente do contrato de trabalho, inclusive o intermitente também tem o direito, assim não fará distinção no:I – cumprimento de qualquer período aquisitivo;II – tempo de vínculo empregatício; eIII – número de salários recebidos.  O pagamento será pago nas seguintes hipóteses:
  • Redução proporcional de jornada de trabalho e de salário; e
  • Suspensão temporária do contrato de trabalho;
A redução da jornada de trabalho e de salário, exclusivamente, nos seguintes percentuais,
  • a) 25% vinte e cinco por cento; sendo 25% do Seguro desemprego;
  • b) 50% cinquenta por cento; ou50% do Seguro desemprego;
  • c) 70% setenta por cento; e70% do Seguro desemprego;
 O empregador informará ao Ministério da Economia a redução da jornada de trabalho e de salário ou a suspensão temporária do contrato de trabalho, no prazo de dez dias, contado da data da celebração do acordo;II – a primeira parcela será paga no prazo de trinta dias, contado da data da celebração do acordo, desde que a celebração do acordo seja informada no prazo a que se refere o inciso I; eIII – o Benefício Emergencial será pago exclusivamente enquanto durar a redução proporcional da jornada de trabalho e de salário ou a suspensão temporária do contrato de trabalho.
  • 3º Caso o empregador não preste a informação dentro do prazo previsto no inciso I do § 2º:
I – ficará responsável pelo pagamento da remuneração no valor anterior à redução da jornada de trabalho e de salário ou da suspensão temporária do contrato de trabalho do empregado, inclusive dos respectivos encargos sociais, até a que informação seja prestada;II – a data de início do Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda será fixada na data em que a informação tenha sido efetivamente prestada e o benefício será devido pelo restante do período pactuado; eIII – a primeira parcela, observado o disposto no inciso II, será paga no prazo de trinta dias, contado da data em que a informação tenha sido efetivamente prestada.
  • 4º Ato do Ministério da Economia disciplinará a forma de:
I – transmissão das informações e comunicações pelo empregador; eII – concessão e pagamento do Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda. É importante frisar que a medida será implementadas por acordo individual ou de negociação coletiva aos empregados até R$ 3.135,00 (Três mil cento e trinta e cinco reais), que receberão ajuda do beneficio emergencial, jápara os empregados com ensino superior e que ganham acima de R$ 3.135,00 (Três mil cento e trinta e cinco reais), só poderão reduzir 25%, mais de dois tetos do RGPS R$12.202,12, (Doze mil e duzentos e dois reais e doze centavos). Além disso, as empresas que tenha auferido a receita bruta acima de R$ 4.800.000.00 (Quatro Milhões e oitocentos mil reais) no ano de 2019, somente poderá suspender o contrato de trabalho de seus empregados mediante o pagamento de ajuda compensatória mensal no valor de trinta por cento do valor do salário do empregado, durante o período da suspensão temporária de trabalho pactuado. 

Receita Bruta

Anual da Empresa

Ajuda compensatória

mensal paga

pelo empregador

Valor do Benefício

Emergencial de Preservação

do Emprego e da Renda

Acordo IndividualAcordo Coletivo
Até R$ 4.8 milhõesNão obrigatória100% do seguro desemprego

Empregados que recebem até

três salários mínimos

(R$3.135) ou mais de

dois tetos do RGPS(R$12.202,12)*

Todos os Empregados
Mais de R$ 4.8milhões

Obrigatório

30% do salário do empregado

70% do seguro desemprego

Empregado que recebem até

três salários mínimos(R$3.135)

ou mais de dois tetos do

RGPS(R$12.202,12)*

Todos os Empregados
  RESTABELECIMENTO DA JORNADA DE TRABALHO Serão imediatamente restabelecidas a jornada de trabalho e o salário pago anteriormente quando houver: A cessação do estado de calamidade pública, o encerramento do período pactuado no acordo individual e a antecipação pelo empregador do fim do período de redução pactuado.DA ESTABILIDADE:A garantia provisória no emprego durante o período de redução e após o restabelecimento da jornada por período equivalente ao da redução.

Como saber se estou no Cadastro Único?

O governo anunciou que vai pagar um auxílio emergencial de R$ 600 a trabalhadores informais, desempregados e MEIs nesta quarta-feira (1) para os inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) do Ministério da Cidadania até o último dia 20 de março.

O CadÚnico vai auxiliar na verificação da renda de quem está inscrito. Quem não estiver também poderá receber o benefício, mas a verificação será feita por meio de autodeclaração em plataforma digital. Ainda não foi informado como essa declaração será feita.

Você pode saber se está inscrito no CadÚnico de três maneiras: pelo site do Ministério da Cidadania, pelo aplicativo Meu CadÚnico e pelo telefone.

Na manhã desta quinta-feira (2), diversos usuários relatavam instabilidade e dificuldade para acessar o sistema por meio do site. Procurado pelo G1, o Ministério da Cidadania informou que está trabalhando para aumentar a disponibilidade de acessos múltiplos ao site Consulta Cidadão. A previsão é de que ao longo do dia o site esteja em pleno funcionamento.

Pelo site

Para saber se o seu nome está no CadÚnico, é preciso acessar este link: aplicacoes.mds.gov.br/sagi/consulta_cidadao/. Segundo a assessoria de imprensa do Ministério da Cidadania, o site apresentava instabilidade na quarta-feira (1º).

O planejador financeiro da Par Mais, Jailon Giacomelli, diz que se uma pessoa lembra que foi cadastrado, mas não encontra, uma dica é buscar por várias versões do seu nome. Segundo ele, muitas vezes, quando um assistente de uma secretaria municipal vai até a casa de uma família de baixa renda fazer o cadastro, a pessoa não lembra qual foi o nome que ela informou ao assistente. “Então é importante tentar várias versões”, diz.

Aplicativo

É possível também fazer a consulta pelo aplicativo Meu CadÚnico. Clique aqui para baixar o aplicativo no seu celular.

Consulta telefônica

O Ministério também disponibiliza um canal de atendimento por telefone para tirar as dúvidas sobre os programas sociais e CadÚnico no 0800 707 2003. Ao ligar neste número, você deve selecionar a opção 5.

serviço de ligação é gratuito, e pode ser feito por um telefone fixo ou móvel. Antes só era possível pelo telefone fixo, mas o governo já liberou as ligações feitas de celular.

Os horários de atendimento são:

  • 07h às 19h de segunda a sexta-feira.
  • 10h às 16h nos finais de semana e feriados nacionais e durante o Calendário de Pagamento do Bolsa Família.

É preciso estar inscrito no CadÚnico para receber o auxílio de R$ 600?

O trabalhador de baixa renda não precisará estar inscrito no CadÚnico para receber o benefício – será necessário apenas cumprir com o limite de renda média.

O CadÚnico vai auxiliar na verificação dessa renda para quem está inscrito – para quem não está, a verificação será feita por meio de autodeclaração em plataforma digital. Ainda não foi informado como essa declaração será feita.

Coronavírus: Senado aprova projeto que prevê R$ 600 mensais a trabalhadores informais

Senado aprovou nesta segunda-feira (30) em sessão virtual, por 79 votos votos a zero, o projeto que prevê o repasse de R$ 600 mensais a trabalhadores informais. A aprovação foi motivada pela pandemia do novo coronavírus, e o texto prevê o pagamento por três meses.

A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados na semana passada segue para a sanção do presidente Jair Bolsonaro. Segundo o projeto, o pagamento do auxílio será limitado a duas pessoas da mesma família.

O projeto do governo previa R$ 200 por mês. No Congresso, os parlamentares aumentaram o valor para R$ 600.

Pelo texto, a trabalhadora informal que for mãe e chefe de família terá direito a duas cotas, ou seja, receberá R$ 1,2 mil por mês, durante três meses.

A proposta estabelece uma série de requisitos para que o autônomo tenha direito ao auxílio, apelidado por alguns parlamentares de “coronavoucher”.

Segundo o projeto, o trabalhador precisa ter mais de 18 anos, cumprir critérios de renda familiar e não pode receber benefícios previdenciários, seguro desemprego nem participar de programas de transferência de renda do governo federal, com exceção do Bolsa Família.

De acordo com a Instituição Fiscal Independente (IFI), ligada ao Senado, o auxílio emergencial, nos três meses de pagamento, representará cerca de R$ 59,8 bilhões. A IFI aponta que 30,8 milhões de trabalhadores informais poderão ser beneficiados.

O relator da proposta no Senado, Alessandro Vieira (Cidadania-SE), propôs algumas mudanças na redação da proposta que não forçaram o reenvio do texto para a Câmara dos Deputados.

Uma das mudanças prevê que o benefício será recebido pelo trabalhador em três prestações mensais, para garantir que a ajuda seja concedida ainda que haja atraso no cadastro dos beneficiários.

Entenda a proposta

O projeto altera uma lei de 1993, que trata da organização da assistência social no país.

De acordo com o texto, durante o período de três meses, será concedido auxílio emergencial de R$ 600 ao trabalhador que cumpra, ao mesmo tempo, os seguintes requisitos:

  • ser maior de 18 anos de idade;
  • não ter emprego formal;
  • não ser titular de benefício previdenciário ou assistencial, beneficiário do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, à exceção do Bolsa Família;
  • ter renda familiar mensal por pessoa de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos;
  • que, no ano de 2018, não tiver recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70.

O auxílio será cortado caso seja constatado o descumprimento de desses requisitos.

O texto diz também que o trabalhador deve exercer atividade na condição de:

  • microempreendedor individual (MEI);
  • contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social que trabalhe por conta própria;
  • trabalhador informal empregado, autônomo ou desempregado, intermitente inativo, inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), até 20 de março de 2020, ou que se encaixe nos critérios de renda familiar mensal mencionados acima, desde que faça uma autodeclaração pelo site do governo.

A proposta estabelece ainda que somente duas pessoas da mesma família poderão receber o auxílio emergencial. Para quem recebe o Bolsa Família, o programa poderá ser substituído temporariamente pelo auxílio emergencial, caso o valor da ajuda seja mais vantajosa.

As condições de renda familiar mensal per capita e total serão verificadas por meio do CadÚnico, para os trabalhadores inscritos. No caso dos não inscritos, as condições serão verificadas por meio de autodeclaração, através de plataforma digital.

O projeto também define que o auxílio emergencial será operacionalizado por bancos públicos federais, que ficam autorizados a efetuar o pagamento por meio de conta do tipo poupança social digital, de abertura automática em nome dos beneficiários.

A proposta estabelece que o Executivo regulamentará o auxílio emergencial e que o período de três meses de concessão da ajuda poderá ser prorrogado por ato do governo durante o período de enfrentamento da pandemia provocada pelo novo coronavírus.

Antecipação

O projeto também autoriza o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a antecipar R$ 600 para as pessoas na fila do Benefício de Prestação Continuada (BPC), durante o período de três meses.

Também autoriza o INSS a antecipar um salário mínimo para as pessoas que estejam na fila do auxílio-doença, durante o período de três meses, desde que sejam cumpridos alguns requisitos.

Impasse no BPC

O projeto tenta resolver um impasse em relação ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago no valor de um salário mínimo por mês a idosos ou pessoas com deficiência de baixa renda.

O Congresso havia ampliado o limite de renda para ter direito ao pagamento do benefício, que valeria já para este ano. Com isso, mais pessoas passariam a ser beneficiadas, elevando as despesas públicas.

O presidente Bolsonaro, no entanto, vetou o projeto alegando que não havia sido indicada fonte de receita, mas os parlamentares depois derrubaram esse veto.

O governo federal, então, recorreu ao Tribunal de Contas da União (TCU) para que a ampliação do limite valesse apenas a partir do ano que vem.

O ministro do TCU Bruno Dantas atendeu o pedido do governo, mas, no último dia 18, voltou atrás e suspendeu a própria decisão por 15 dias.

O projeto aprovado nesta quinta pela Câmara tenta resolver a divergência. O texto define a partir de quando as novas regras passarão a valer. A proposta, porém, cria exceções diante da crise do novo coronavírus.

Pelo projeto, terão direito ao benefício pessoas com mais de 65 anos ou com deficiência que tenham renda familiar per capita:

  • igual ou inferior a um quarto do salário mínimo, até 31 de dezembro de 2020;
  • igual ou inferior a meio salário mínimo, a partir de 1° de janeiro de 2021.

No entanto, diante da pandemia do novo coronavírus, o projeto abre brecha para ampliar o critério da concessão de benefício ainda neste ano.

O benefício poderá ser concedido para quem recebe até meio salário mínimo per capita, em escala gradual a ser definida em regulamento, de acordo com uma série de fatores agravados pela pandemia, como comprometimento socioeconômico familiar.

Próximos passos

Em entrevista no Palácio do Planalto, o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, explicou que a proposta de auxílio emergencial ainda precisa passar por três etapas: sanção presidencial; edição de um decreto regulamentador; e publicação de uma MP com abertura de crédito extraordinário para viabilização dos pagamentos.

O ministro frisou que o pagamento será feito por bancos federais e que a pasta também está trabalhando com a possibilidade de agências lotéricas e dos Correios efetuarem os pagamentos.

Onyx disse que ainda não é o momento de as pessoas procurarem os bancos e também disse que os trabalhadores devem tomar cuidado com golpistas que querem fraudar o sistema.

Despedida Honorato Santos

Despedida Honorato SantosAmigo, companheiro de grandes batalhas em longos anos de parceria!!E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perde da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão..Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades.E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: Adeus, com todo nosso respeito e admiração. (Parte texto de Rubem Braga )